AQUAVIA: Fundo de Marinha Mercante dá sinal verde para novos investimentos

Este ano foi atípico para a construção naval e marinha mercante. Além da troca de governo, a faxina incluiu o Ministério dos Transportes e provocou mudanças inclusive no Departamento de Marinha Mercante. Com isso, escassearam as reuniões do Fundo de Marinha Mercante (FMM) e houve risco de leve regressão no ritmo de contratações.

No entanto, as nuvens foram dissipadas.

Na recente reunião, o FMM aprovou, obviamente com sinal verde de Dilma Rousseff e Guido Mantega, nova leva de contratações: o fundo de investimentos P2 Brasil – formado por Promon e Pátria – terá apoio para fazer um estaleiro em Itajaí (SC), barcos de apoio e para navegação interior.

No programa EBN (Empresa Brasileira de Navegação), da Petrobras, a Hidronav construirá seis navios de 63.500 toneladas e a Kingfish terá mais quatro de 45 mil.

A Swire, de Hong Kong, pretende investir US$ 1,5 bilhão em barcos de apoio – de olho nas afirmações do presidente da Petrobras, Sérgio Gabrielli, de que a estatal vai precisar de algumas centenas de barcos até 2020.

A Aliança vai construir quatro porta-contêineres de 3 mil unidades no estaleiro Mauá (RJ). Esse pedido foi aprovado pelo FMM com certa polêmica, pois, há alguns anos, a Aliança recebeu prioridade e não levou o processo à frente. Desta vez, no entanto, comenta-se que a encomenda será para valer, pois, do contrário, a empresa do grupo alemão Hamburg Sud perderia espaço no dinâmico mercado de cabotagem.

Extraído de http://www.monitormercantil.com.br/mostranoticia.php?id=104714

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About Alexandre da Rocha

Nasci carioca, nasci guanabarino. Desconfio que nasci marinho. Cheguei a deixar do mar, sim... Mas cadê que o mar deixou de mim? Vim morar
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