De olho no porto — 06/07/2011

Em observação

O diretor-superintendente operacional do Portonave, Renê Duarte, informou nesta sexta, por telefone, que o estado do cais do terminal navegantino ainda está sob avaliação e que as operações prosseguem normalmente.

Cautela e canja

Renê afirma que o estudo sobre as condições dos berços de atracação tem caráter preventivo e terá o resultado divulgado nos próximos dias através de um comunicado ao mercado.

Prumo y basta

Segundo ele, há de fato uma faixa ao longo do cais, de cerca de 15 metros de largura, que não foi dragada a 14 metros de profundidade. A profundidade deste trecho seria avaliada no fim de semana passado.

Além do horizonte

A seção que falta aprofundar, diz Renê, está dentro dos 20 metros de largura que a Secretaria Especial de Portos deixou fora do alcance de atuação da draga “Charles Darwin” — tanto em Navegantes quanto em Itajaí.

No escuro e no sufoco

Um navio que esteve na região nesta semana estava sem a carta náutica do porto e com apenas cinco toneladas de óleo diesel a bordo. Veio abastecer no porto porque o combustível estava em falta em Paranaguá.

Dúvidas ministeriais

Bateu à porta da Autoridade Portuária pedido de informações do Ministério Público sobre o reposicionamento do molhe de Navegantes, cuja utilidade foi posta em dúvida pelos práticos.

Dois coelhos

Em ofício enviado à praticagem, a Superintendência do Porto sustenta que a obra pretende “adequar as estruturas e taludes” à profundidade de 14 metros, além de permitir o trânsito de navios de 45 metros de boca.

Vento a favor

O porto faz questão de deixar claro: o projeto foi aprovado por todas as autoridades competentes. E afirma que está de acordo com os padrões internacionais de projeto de canais de navegação.

CINCO CURTOS:  Mais uma vez, a segurança do tráfego de navios foi prejudicado pela falta de informação em tempo real sobre vazão e nível do Itajaí-Açu. Até quando seguirá assim?

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About Alexandre da Rocha

Nasci carioca, nasci guanabarino. Desconfio que nasci marinho. Cheguei a deixar do mar, sim... Mas cadê que o mar deixou de mim? Vim morar
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