VOZ DO LEITOR | Entre o orgulho e o preconceito

Recebi ainda há pouco um comentário do leitor Rodrigo Alessandro Ferreira, o “Ferreirinha”.

É a manifestação de alguém que espera ser tratado com justiça e respeito, ao invés de ser comoditizado — e por isto a reproduzo aqui, sem maiores comentários:

Sr. Alexandre, outro apontamento que considero importante é que tanto os TPAs [trabalhadores portuários autônomos] como os Práticos são alvos de preconceitos, somos considerados uma elite privilegiada que atuam nos portos com alto custo – custo Brasil – acobertados por uma legislação arcaica e descomprometida com o progresso da nação.

Os que assim o pensam praticam na verdade um grande desserviço ao país ignorando a importância que tivemos para que todos hoje usufruam de conforto de produtos manufaturados de última tecnologia.

Hodiernamente, somos um país que não exporta somente matéria-prima, como nas décadas passadas, estamos na vanguarda da evolução tecnológica e vendemos tantos manufaturados quanto os países considerados de “primeiro mundo”, ainda aceitamos sermos considerados “emergentes”, mas somos na verdade, vencedores!!!

Os portos são as janelas para o mundo e os olhos dos portos são a mão-de-obra, que de “braçal” não tem mais nada…

Os Práticos como nós portuários são um elo de extrema relevância nessa cadeia produtiva e são condição imprescindível para os portos e que devem continuar a serem valorizados tanto na sua condição profissional como humana. Os invejosos e fracassados costumam nos usar como muletas para justificar os seus fracassos. Não vamos esmorecer jamais!!!

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About Alexandre da Rocha

Nasci carioca, nasci guanabarino. Desconfio que nasci marinho. Cheguei a deixar do mar, sim... Mas cadê que o mar deixou de mim? Vim morar
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